A viagem da Cenoura e da Alface no corpo humano
- Bolas, está mesmo escuro! Parece uma gruta! - disse a cenoura ao entrar na boca da pessoa.
- Bolas, está mesmo escuro! Parece uma gruta! - disse a cenoura ao entrar na boca da pessoa.
- E isto parecem martelos gigantes - disse a alface, ao ver os dentes. E elas lá foram andando.
- Isto parece um tubo de esgoto! - disse a alface.
- O que é isto, um feijão gigante? - perguntou a cenoura.
- Sim - disse a alface.
- Isto parece uma casa escura e oca – disse ela, novamente.
- Mas o que é isto? Um túnel gigante? - perguntou a cenoura quando viu o intestino grosso.
- Mas o que é isto? Um túnel gigante? - perguntou a cenoura quando viu o intestino grosso.
- Isto parece uma casa estreitinha e redonda - disse a alface quando passou pelo recto.
- Isto parece um túnel muito estreitinho e pequenino - disse a cenoura quando olhou para o ânus.
A viagem de uma refeição
Era uma vez uma cenoura e uma batata frita que entraram na boca de uma pessoa. Quando chegaram lá dentro, a cenoura disse à batata frita:
- Está tão escuro aqui dentro!
A batata frita concordou e, de repente, foram triturados pelos dentes.
Em seguida, passaram pela faringe e depois pelo esófago. Permaneceram no estômago, durante algum tempo e seguiram até ao intestino delgado.
Mais tarde, continuaram até ao intestino grosso. Ficaram no recto e saíram pelo ânus (saíram quando a pessoa foi à casa de banho, passadas muitas horas).
Inês Cachola
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