O sistema solar, ou sistema planetário é o conjunto dos planetas que giram em redor do Sol, sujeitos à influência do campo de gravitação solar, orbitam em seu redor. Os planetas podem ser enumerados por ordem crescente da distância a que se encontram do Sol: Mercúrio, Vénus, Terra, Marte, Júpiter, Saturno, Urano e Neptuno. Embora, durante muitos anos, Plutão tenha sido considerado também um planeta principal, a União Astronómica Internacional, em 2006, decidiu, com base em estudos e descobertas recentes, classificá-lo como planeta anão. Segundo aquela entidade, para que um corpo celestial possa ser considerado como tal deve orbitar em torno de uma estrela, ter massa suficiente para ter gravidade própria e assumir uma forma arredondada e ser dominante na órbita, tendo sido sobretudo o não cumprimento desta última característica que determinou a desclassificação de Plutão, cuja órbita se cruza com a de Neptuno.
Entre as órbitas de Marte e Júpiter existe a chamada cintura de asteróides, constituída por milhares destes pequenos corpos celestes que orbitam em torno do Sol. Os planetas situados até à cintura de asteróides são chamados telúricos, os restantes, com a excepção de Plutão, são designados gigantes.
Até hoje, os astrónomos ainda não conseguiram descobrir muitos sistemas solares. A situação mais comum é serem observadas estrelas, umas maiores e outras menores do que o Sol, mas desprovidas de planetas que as orbitem.
Bibliografia
Sistema solar. In Diciopédia. Porto: Porto Editora, 2007.
Dicionário Houaiss da Língua portuguesa, tomo XVI.
Mateus G. Lopes Bregas
3º ano, turma H
Sistema Solar
Conjunto de astros constituído pelo Sol e por todos os planetas que, sujeitos à influência do campo de gravitação solar, orbitam em seu redor. Os planetas podem ser enumerados por ordem crescente da distância a que se encontram do Sol: Mercúrio, Vénus, Terra, Marte, Júpiter, Saturno, úrano e Neptuno. Embora, durante muitos anos, Plutão tenha sido considerado também um planeta principal, a União Astronómica Internacional, em 2006, decidiu, com base em estudos e descobertas recentes, classificá-lo como planeta anão. Segundo aquela entidade, para que um corpo celestial possa ser considerado como tal deve orbitar em torno de uma estrela, ter massa suficiente para ter gravidade própria e assumir uma forma arredondada e ser dominante na órbita, tendo sido sobretudo o não cumprimento desta última característica que determinou a desclassificação de Plutão, cuja órbita se cruza com a de Neptuno.
As órbitas dos planetas, cumpridas nos movimentos de translação, são todas elípticas, umas mais excêntricas do que outras. Essa excentricidade é traduzida por um parâmetro adimensional (e) que varia entre 0 e 1 (e = 0 representa o círculo). No entanto, o plano definido por cada órbita é distinto para cada planeta. Ao plano definido pela translação da Terra em volta do Sol dá-se o nome de eclíptica.
Entre as órbitas de Marte e Júpiter existe a chamada cintura de asteróides, constituída por milhares destes pequenos corpos celestes que orbitam em torno do Sol. Os planetas situados até à cintura de asteróides são chamados telúricos, os restantes, com a excepção de Plutão, são designados gigantes.
Até hoje, os astrónomos ainda não conseguiram descobrir muitos sistemas solares. A situação mais comum é serem observadas estrelas, umas maiores e outras menores do que o Sol, mas desprovidas de planetas que as orbitem.
Ricardo Salgueiro
Se eu fosse o Sol Se eu fosse o Sol
professor de mímica.
Nos dias de Verão,
não conseguia aguentar,
Ver os leques dos alunos
sem parar de abanar.
De dia ou de noite
os planetas não faltavam.
Se não perdiam a ordem,
que eles tanto gostavam.
Mateus G. Lopes Bregas
3º ano, turma H
Se eu fosse um cometa
Se eu fosse um cometa
e soubesse falar,
se chocasse contra alguém, dizia:
- Desculpe, para a próxima, vou-me desviar.
Deixaria um rasto,
muito, muito grande.
Que até às vacas
parecia um elefante.
Chamavam-me Voador
no universo inteiro.
Dizia: - Quero passar, se faz favor,
antes de cair num desfiladeiro.
Mateus G. Lopes Bregas
3º ano, turma H
Se eu fosse o Sol
Se eu fosse o Sol
Fazia um girassol
Para conhecer um caracol.
Se eu fosse o Sol
Ficava cansado
Estendia um lençol,
Mas permanecia acordado.
Se eu fosse o Sol
Ia cozinhar
E aí fazia um belo jantar.
Se eu fosse o Sol
Queria um farol,
Para lá vender
Coisas para correr.
Se eu fosse o Sol
E pudesse semear
Chamava a chuva
Para me ajudar.
Inês Cachola e
Margarida Cachola
Se eu fosse a Terra
E pudesse voar
Queria saber
Quem me iria abraçar.
Se eu fosse a Terra
E me pudesse sujar,
Para me lavar.
Se eu fosse a Terra
Podia abraçar,
Todos os meus vizinhos
Para me agradar.
Se eu fosse a Terra
E pudesse falar
Falava com os humanos
Até me fartar.
Se eu fosse a Terra
E pudesse gelar,
Fazia um castelo
Para lá morar.
Inês Cachola e Margarida Cachola
Se eu fosse à Lua
Se eu fosse à Lua
Ia ao espaço
E aí dava
um grande passo.
Se eu fosse à Lua
Viajar numa falua
com um grande queijo.
Se eu fosse a Lua
Tinha um lençol
E nele dormia
Como um caracol.
Se eu fosse a Lua
Conhecia um humano
E dizia para ele
Me trazer um pano.
Se eu fosse a Lua
E tivesse mãos e pés
Queria conhecer um toureiro
E viajar p'lo mundo inteiro.
Inês Cachola e Margarida Cachola
O hipopótamo que comia estrelas
Um dia, um hipopótamo perguntou o seguinte à sua amiga águia, a Borrachinha Bisbórria:
- Qual o sabor das estrelas?
- Eu não sei. -disse a Borrachinha Bisbórria.
Então, o Bananitas Chitaritas disse à sua amiga, Borrachinha Bisbórria:
- Sexta-feira, vamos às nuvens, porque eu quero provar as estrelas! E tu vais-me levar até às nuvens.
- As estrelas sabem tão bem! Sabem a mel -disse o Bananitas Chitaritas.
Mas a Borrachinha Bisbórria provou só uma e disse:
- Estas estrelas sabem tão mal!
Como ela é muito «bisbórria», foi espreitar os macacos da selva e deixou o hipopótamo sozinho.
O hipopótamo ficou no céu para sempre.
(Texto criado a partir da leitura da obra:" A girafa que comia estrelas")
Inês Cachola







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