O Castelo de Montemor-o-Novo localiza-se na freguesia de Nossa Senhora da Vila, concelho de Montemor-o-Novo, distrito de Évora, no Alentejo, em Portugal.
Em posição dominante sobre o outeiro mais alto da região, o castelo abrigava originalmente nos seus muros a povoação que, desenvolvendo-se, expandiu-se pela encosta a Norte. Afirma-se que neste castelo Vasco da Gama ultimou os planos para a sua viagem à Índia.
A primitiva ocupação humana deste local remonta possivelmente a um castro pré-histórico romanizado, conforme os testemunhos arqueológicos abundantes na região. Neste ponto encontravam-se as estradas romanas de Santarém e da foz do rio Tejo, seguindo, por Évora, até Mérida. O local teria sido, por esta razão, fortificado.
Séculos mais tarde, na época da invasão muçulmana da Península Ibérica, o nome de Almansor permaneceu, na região, na toponímia da ribeira de Almansor. Alguns autores afirmam que aqui também existiu uma fortificação muçulmana.
A Lenda das arcas
Segundo a lenda, existem no interior dos muros do Castelo de Montemor-o-Novo, enterradas pelos seus primeiros habitantes - sabe-se lá se romanos, se mouros, se cristãos -, duas grandes arcas. Uma, cheia de ouro e riquezas tais que fartarão toda a terra de Portugal. Mas a outra, cheia de peste que, uma vez aberta, vomitará a fome, a febre e a miséria que matarão toda a gente, sem dó nem piedade. Ninguém, até hoje, lhes ousou tocar. Mesmo em épocas de crise, quando o povo, faminto, decidia arrombar uma delas para se salvar, logo se quedava, atónito e perplexo, não fosse abrir aquela que mais desgraça lhe traria ainda. Por isso, as arcas continuam bem escondidas. Quem terá a ousadia de as procurar e a imprudência de as abrir? ...
Lenda da Torre da Má Hora
Quando D. Afonso Henriques se encontrava, com o seu exército, a sitiar a povoação islâmica de Montemor, uma noite, um mouro esqueceu-se de trancar aquela porta. O exército de D. Afonso Henriques, reparando na falta do mouro, aproveita para atacar e tomar Montemor, entrando por essa porta. O nome "Má-Hora" vem, então, da Má-Hora em que esse mouro se esqueceu da porta aberta.
Trabalho realizado por: Pedro e Ricardo Salgueiro
Também"vestimos a pele" de jornalistas...
Como se chama?
R: Eu tenho vinte e nove anos.
Quantos anos tem?
Tribunal
Também"vestimos a pele" de jornalistas...
Hospital de S. João de Deus
R: Eu chamo-me Eulália.
Quantos anos tem?
Qual a sua profissão?
R: A minha profissão é administrativa.
Há quanto tempo trabalha neste hospital?
R: Eu trabalho neste hospital Há nove anos.
Gosta do que faz?
R: Sim, gosto do que faço.
Quantas pessoas trabalham aqui?
R: Trabalham aqui sete pessoas.
Há quantos anos existe este hospital?
R: Este hospital existe há sessenta e um anos.
Quem mandou construir este hospital?
R: Quem mandou construir este hospital foi a ordem hospitaleira de São João de Deus.
Quartel dos Bombeiros
Como se chama?
R: Eu chamo-me Nuno.
R: Eu tenho trinta e seis anos.
Qual a sua profissão?
R: A minha profissão é Bombeiro.
Há quanto tempo trabalha neste Quartel?
R: Eu trabalho neste Quartel há dezassete anos.
Quantos fogos já apagou?
R: Muitos.
Gosta do que faz?
R: Sim, gosto do que faço.
Quantas pessoas trabalham aqui?
R: Trabalham aqui vinte e cinco pessoas.
Há quantos anos existe este Quartel?
R: Este Quartel tem cinquenta e cinco anos.
Como se chama?
R: Eu chamo-me Maria Luísa.
Quantos anos tem?
R: Eu tenho 47 anos.
Qual a sua profissão?
R: A minha profissão é oficial de justiça.
Há quantos anos trabalha neste tribunal?
R: Eu trabalho neste tribunal há 7 anos.
Quantas pessoas trabalham aqui?
R: Aqui, trabalham 14 pessoas.
Gosta do que faz?
R: Sim, eu gosto muito do que faço.
Inês Pisco, Margarida Cachola e Inês Cachola
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