sábado, 14 de maio de 2011

Também pesquisámos sobre a história da nossa localidade...

Castelo de Montemor-o-Novo

O Castelo de Montemor-o-Novo localiza-se na freguesia de Nossa Senhora da Vila, concelho de Montemor-o-Novo, distrito de Évora, no Alentejo, em Portugal.
Em posição dominante sobre o outeiro mais alto da região, o castelo abrigava originalmente nos seus muros a povoação que, desenvolvendo-se, expandiu-se pela encosta a Norte. Afirma-se que neste castelo Vasco da Gama ultimou os planos para a sua viagem à Índia.
A primitiva ocupação humana deste local remonta possivelmente a um castro pré-histórico romanizado, conforme os testemunhos arqueológicos abundantes na região. Neste ponto encontravam-se as estradas romanas de Santarém e da foz do rio Tejo, seguindo, por Évora, até Mérida. O local teria sido, por esta razão, fortificado.
Séculos mais tarde, na época da invasão muçulmana da Península Ibérica, o nome de Almansor permaneceu, na região, na toponímia da ribeira de Almansor. Alguns autores afirmam que aqui também existiu uma fortificação muçulmana.

                                                                             
                                                          

A Lenda das arcas

Segundo a lenda, existem no interior dos muros do Castelo de Montemor-o-Novo, enterradas pelos seus primeiros habitantes - sabe-se lá se romanos, se mouros, se cristãos -, duas grandes arcas. Uma, cheia de ouro e riquezas tais que fartarão toda a terra de Portugal. Mas a outra, cheia de peste que, uma vez aberta, vomitará a fome, a febre e a miséria que matarão toda a gente, sem dó nem piedade. Ninguém, até hoje, lhes ousou tocar. Mesmo em épocas de crise, quando o povo, faminto, decidia arrombar uma delas para se salvar, logo se quedava, atónito e perplexo, não fosse abrir aquela que mais desgraça lhe traria ainda. Por isso, as arcas continuam bem escondidas. Quem terá a ousadia de as procurar e a imprudência de as abrir? ...


Lenda da Torre da Má Hora

Quando D. Afonso Henriques se encontrava, com o seu exército, a sitiar a povoação islâmica de Montemor, uma noite, um mouro esqueceu-se de trancar aquela porta. O exército de D. Afonso Henriques, reparando na falta do mouro, aproveita para atacar e tomar Montemor, entrando por essa porta. O nome "Má-Hora" vem, então, da Má-Hora em que esse mouro se esqueceu da porta aberta.

                                                  

Trabalho realizado por: Pedro e Ricardo Salgueiro






Também"vestimos a pele" de jornalistas...




Hospital de S. João de Deus



Como se chama?
R: Eu chamo-me Eulália.


Quantos anos tem?
R: Eu tenho vinte e nove anos.

Qual a sua profissão?
R: A minha profissão é administrativa.

Há quanto tempo trabalha neste hospital?
R: Eu trabalho neste hospital Há nove anos.

Gosta do que faz?
R: Sim, gosto do que faço.

Quantas pessoas trabalham aqui?
R: Trabalham aqui sete pessoas.

Há quantos anos existe este hospital?
R: Este hospital existe há sessenta e um anos.

Quem mandou construir este hospital?
R: Quem mandou construir este hospital foi a ordem hospitaleira de São João de Deus.




Quartel dos Bombeiros

Como se chama?

R: Eu chamo-me Nuno.
Quantos anos tem?
R: Eu tenho trinta e seis anos.
Qual a sua profissão?
R: A minha profissão é Bombeiro.

Há quanto tempo trabalha neste Quartel?
R: Eu trabalho neste Quartel há dezassete anos.

Quantos fogos já apagou?
R: Muitos.

Gosta do que faz?
R: Sim, gosto do que faço.

Quantas pessoas trabalham aqui?
R: Trabalham aqui vinte e cinco pessoas.

Há quantos anos existe este Quartel?
R: Este Quartel tem cinquenta e cinco anos.




 Tribunal



Como se chama?
R: Eu chamo-me Maria Luísa.

Quantos  anos tem?
R: Eu tenho 47 anos.

Qual a sua profissão?
R: A minha profissão é oficial de justiça.

Há quantos anos trabalha neste tribunal?
R: Eu trabalho neste tribunal há 7 anos.

Quantas pessoas trabalham aqui?
R: Aqui, trabalham 14 pessoas.

Gosta do que faz?
R: Sim, eu gosto muito do que faço.


Inês Pisco, Margarida Cachola e Inês Cachola



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